quarta-feira, 4 de março de 2015

Ouro comestível pode trazer benefícios à saúde

O ouro sempre esteve ligado ao poder e a elegância, a historia deste nobre metal confunde-se com a própria historia da humanidade, reza a lenda que a rainha Cleópatra dormia com uma mascara feita de ouro para conservar sua beleza.
As técnicas de obtenção foram aprimorando conforme a evolução do homem e o seu valor e nobreza cresceram contribuindo também, segundo especialistas com a medicina e a gastronomia.
Do Egito antigo, em Alexandria temos os primeiros relatos do uso medicinal do ouro, os Egípcios acreditavam que esse purificava a mente, o corpo e o espirito, como forma de estimular a vida, criou-se naquela época até um elixir feito de ouro liquido, sua mística representava a perfeição da matéria e a juventude.
Já na Roma antiga, aconteceram os primeiros tratamentos de ulceras na pele com ouro, a técnica foi aprimorada e hoje ulceras crônicas são tratadas com finas folhas de ouro.
Em 1857 renomado químico inglês Michel Faraday preparou o ouro coloidal, em seu estado puro, que consiste na “divisão em finas partículas de ouro, suspensas em solução, o mineral torna-se conhecido como ouro c, exibindo, então, novas propriedades, devido à extensa área superficial contendo grande quantidade de ouro”.

Segundo especialistas, o ouro tem sido conhecido através dos anos por seu efeito direto sobre as atividades do coração, auxiliando na circulação sanguínea. Beneficia o rejuvenescimento lento dos órgãos, especialmente o cérebro e o sistema digestivo e tem sido usado nos casos de congestão glandular e nervosa e nas falhas de coordenação.
Aliando a saúde ao espetáculo visual que é o ouro alguns chefes resolveram adicionar ouro a suas criações, da Inglaterra vem o sanduiche de queijo com ouro, buscando entrar no Guinnes World Records como o sanduiche mais caro, custando R$ 292,00, o delicioso sanduiche é composto de trufas brancas maturadas com queijo, maionese e ovo de codorna.
Na Belgica foi criada a Golden Queen Bee, cerveja de luxo que contem em sua formula mel e flocos de ouro, o preço médio da garrafa é de R$ 230,00 e segundo o criador Silvio Lemaitre de Freitas Pereira "Juntamos a habilidade centenária de um dos melhores mestres cervejeiros belgas com a nossa experiência, dinamismo e criatividade para produzir uma cerveja de excelência, capaz de satisfazer a clientela mais exigente".
Seguindo um ideal semelhante no Brasil a pouco tempo foi lançado a cachaça Middas, a primeira cachaça com ouro, composta de um blend com cachaça envelhecida dois anos em tonel de amendoim do campo e outra em tonel de inox, a garrafa é comercializada a R$ 150,00 e esta disponível no site da empresa (www.middascachaca.com.br).
Para quem quer consumir ouro as opções são infinitas, seja no sanduiche ou na cachaça, saúde!






Fontes

terça-feira, 3 de março de 2015

Cachaça ícone da Weber Haus é leiloada a US$ 5 mil

A cachaçaria gaúcha Weber Haus foi uma das estrelas do badalado evento beneficente organizado pela BrazilFoundation, que reuniu celebridades e atores globais em uma grande corrente do bem. Em uma cerimônia comandada pela jornalista Gloria Maria e pelo empresário Lorenzo Martone, a cachaça Weber Haus 12 Anos Extra Premium - Lote 48 foi leiloada a US$ 5 mil, em torno de R$ 14 mil, valor que será destinado a causas sociais no Brasil. O IV BrazilFoundation Gala Miami , realizado no último dia de janeiro, no Pérez Art Museum Miami, teve seu red carpet disputado pela atriz Danielle Winits, os atores Luigi Baricelli e Junno Andrade, além de Xuxa e sua filha Sasha e a cantora Vanessa da Mata.

A doação feita pelo diretor da Weber Haus, Evandro Weber, ao Cônsul-Geral em Miami, embaixador Hélio Vitor Ramos Filho, irá auxiliar projetos sociais como o da Fundação Xuxa Meneguel, dedicada a ações para crianças e adolescentes; e da Associação Filhos da Corrente, do capoeirista Renato Alexandre, o mestre Magrão, que oferece inclusão social através da capoeira para mais de 1.200 alunos nas regiões de Parelheiros e Paraisópolis, extremo sul da cidade de São Paulo. “É uma grande honra para a Weber Haus fazer parte dessa iniciativa, criada para contribuir com grandes projetos sociais desenvolvidos no Brasil”, destaca Evandro Weber.

Lançado em 2013 para marcar as comemorações dos 65 anos do alambique de Ivoti, no Rio Grande do Sul, o principal produto da história da Weber Haus atrai especialmente colecionadores e apreciadores de destilados que buscam produtos diferenciados. “Foram apenas duas mil unidades engarrafadas no dia 26 de janeiro, com seu líquido escolhido por um time de 20 especialistas”, relembra Evandro Weber. Ao todo, o líquido passou por 12 anos de envelhecimento - seis em madeira de bálsamo e seis em carvalho francês, armazenado em 18 pipas. Os três melhores barris foram selecionados para compor esta bebida exclusiva, produzida em escala de raridade.

No mercado, a Lote 48 pode chegar a um preço de quase R$ 2,7 mil. A unidade 1999 foi vendida a R$ 701. A partir daí, o valor aumenta em R$ 1 a cada garrafa numerada em ordem decrescente, até atingir R$ 2.699, na de número 0002, também já comercializada. A garrafa 0001 será leiloada, enquanto a de número 2000 ficará em exposição no acervo da empresa. Até agora, já foram comercializadas em torno de 1.270 garrafas. “É um produto diferenciado, desenvolvido por alguns dos melhores especialistas em destilados”, observa Evandro. Entre os degustadores que participaram da escolha do blend estiveram Bel Coelho, chef do DUI Restaurante; Leandro Batista, sommelier de cachaça do Restaurante Mocotó; Renato Frascino, consultor, professor de enogastronomia, enófilo e especialista em bebidas; além de Paulo Magoulas, da Confraria Copo Furado (conheça abaixo todos os envolvidos na escolha do blend).

Sobre a Weber Haus
Além do mercado nacional, hoje a marca é encontrada nos Estados Unidos, Itália, Alemanha, China, Irlanda, Canadá, Ilhas Bermudas, França e Japão e Suécia. A empresa possui uma vasta linha de bebidas orgânicas e também envelhecidas que compõem o seu rol de cachaças Premium e Extra Premium – uma referência de qualidade no mercado brasileiro, bem como sua linha de coquetéis Lundu. Outras informações sobre a empresa podem ser obtidas através do site www.weberhaus.com.br

Sobre a Brazil Foundation
A BrazilFoundation é uma organização não-governamental que apoia iniciativas da sociedade civil brasileira que propõem soluções criativas e diferenciadas para os desafios enfrentados por comunidades de todo o País. Desde 2000, já arrecadou mais de 25 milhões de dólares e apoiou mais de 350 projetos sociais de pequenas e médias organizações sociais de 26 estados brasileiros, nas áreas de Educação, Saúde, Direitos Humanos, Cidadania e Cultura.

Participantes da escolha do blend da Lote 48:
- César Adams
- Erwin Weidmann
- Felipe Jannuzzi
- Fernando Andrade
- Gabriela Barreto Franco
- Illan Gomes de Oliveira
- Isabel Aranha Coelho
- Jairo Martins da Silva
- José Luiz
- Leandro Batista da Silva
- Luis Claudio Fernandes
- Manoel Agostinho
- Mauro Zaperetti
- Mauricio Maia
- Paulo Magoulas
- Renato Frascino
- Ricardo Pizzatto Tomasi
- Rudi Kilpp
- Valdair Dalpizzol


Website: http://www.weberhaus.com.br



Fonte: http://noticias.r7.com/dino/famosos-e-tv/cachaca-icone-da-weber-haus-e-leiloada-a-us-5-mil-25022015

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

USP fabrica cachaça com qualidade semelhante a uísque 12 anos

Uma pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) mostrou que, com métodos adequados de produção, é possível obter uma cachaça com pureza e complexidade de aromas e sabores semelhantes às de um bom uísque ou conhaque.
Além de passar por um processo de dupla destilação, a bebida desenvolvida no Laboratório de Tecnologia e Qualidade da Cachaça, situado no campus de Piracicaba (SP), apresenta outro diferencial: o envelhecimento de dois anos em tonéis novos de carvalho importados da França.
“Cerca de 60% do sabor de uma bebida envelhecida vem da madeira. Os outros 40% dependem da forma como a destilação e a fermentação são conduzidas e da matéria-prima. O processo de produção, portanto, tem muito mais influência na qualidade final do destilado do que o tipo de matéria-prima do qual é feito”, disse André Ricardo Alcarde, coordenador do projeto de pesquisa apoiado pela FAPESP.
De acordo com Alcarde, a madeira libera durante o envelhecimento uma série de compostos que melhoram as características sensoriais da bebida, como, por exemplo, a vanilina. A cada novo uso do barril, porém, o processo de extração desses elementos se torna mais demorado e menos homogêneo.
“Como o carvalho não é uma madeira disponível no Brasil, o custo de importação é alto e a legislação brasileira não especifica regras para o envelhecimento de cachaça, muitos fabricantes recorrem a tonéis já extensivamente utilizados na produção de vinho ou de uísque”, afirmou Alcarde.
Alguns produtores empregam barris feitos com madeiras tropicais. Há também muitas aguardentes que nem sequer passam pelo processo de envelhecimento.
No caso do uísque produzido na Escócia, explicou Alcarde, a legislação exige ao menos três anos de envelhecimento em carvalho – ainda que o tonel não precise ser de primeiro uso. Já o bourbon norte-americano deve ficar no mínimo dois anos em tonéis novos antes de ser comercializado.
“Nosso objetivo foi avaliar como a cachaça se comportaria ao ser envelhecida em tonéis novos de carvalho, algo que não é feito no Brasil”, disse o pesquisador.
A avaliação foi conduzida durante o doutorado de Aline Marques Bortoletto, com apoio de Bolsa da FAPESP. Para a realização do projeto, uma destilaria foi montada dentro do laboratório coordenado por Alcarde na Esalq.
“A cachaça produzida no Brasil, de maneira geral, passa por apenas uma destilação. Mas nós precisávamos de uma bebida feita de maneira tão criteriosa quanto um uísque ou um conhaque reconhecido internacionalmente”, afirmou Alcarde.


A dupla destilação, explicou, ajuda a eliminar compostos indesejáveis, como o cobre, alguns aldeídos que podem causar dor de cabeça e o carbamato de etila – substância potencialmente cancerígena. Também são eliminados certos tipos de ácidos orgânicos responsáveis pela sensação de “arranhar” a garganta.
“Com a dupla destilação, conseguimos eliminar quase 99% do carbamato de etila. O líquido fica muito mais puro, com teor acertado de álcool e menos prejudicial à saúde pública”, comentou o pesquisador.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2015/02/usp-fabrica-cachaca-com-qualidade-semelhante-a-uisque-12-anos.shtml

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O rótulo da cachaça faz toda diferença

Pare para pensar, quantas vezes você já chegou à frente da gondola do supermercado e se deparou com uma infinidade de produtos da mesma linha a sua disposição? cores e formatos variados não faltam para te entreter, o consumidor mais desatento na maioria das vezes acaba pegando o produto com a embalagem que mais o agrada, mas para o consumidor mais detalhista a degustação da infinidade de rótulos é um passatempo tão divertido quanto consumir o produto em si.

Com a cachaça também não é diferente, no Brasil a uma infinidade de marcas disponível, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento existem cadastradas 4 mil marcas, tendo sua grande parte concentrada na região sudeste nos estados de São Paulo e Minas Gerias, estipula-se também que no pais há 40 mil produtores, gerando por ano 1,2 bilhões de litros o equivalente para encher dois Maracanãs só com cachaça.

Este grande número disponível no mercado, beneficia o consumidor, que tem um amplo catalogo de bebidas para escolher deixando a grande incógnita e tirando o sono de muitos empresários e diretores de marketing. Até onde a embalagem ajuda na venda da minha cachaça?

O Doutor em ciências e tecnologias de alimentos, João de Deus Souza Carneiro em seu estudo dos fatores da embalagem e do rótulo de cachaça no comportamento dos consumidores, afirma que há cinco fatores a serem primordiais, sendo eles tipos de embalagens, marca, ilustrações, informações sobre o tempo de envelhecimento, informações sobre o tipo de madeira usado no tonel para envelhecer a cachaça.

Em uma analise técnica, Roberta Scatolim, doutoranda em desing pela UNESP de Bauru diz “reconhecimento do produto pelo rótulo, o usuário pode tornar tangível segurando a embalagem, cheirando e experimentando. O reconhecimento do produto implica no contato visual ou mesmo no uso anterior”.

E ainda temos o fator histórico e social, que transforma a cachaça a ser testemunha ocular da historia do país, como afirma Lucia C. M. Dias, Especialista em Comunicação e Marketing na Escola Superior de Propaganda e Marketing “no aspecto sociocultural, a embalagem assume a expressão da cultura e do estágio de desenvolvimento de empresas e países, constituindo uma nova forma de expressão artística e cultural dentro da sociedade de consumo”.

A UNESP (Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho") realiza o Concurso de Qualidade Cachaça de Alambique que em sua ultima edição, na categoria, melhor apresentação de produto teve como vencedora a Middas Cachaça, produzida em alambique, a marca inovou ao acrescentar como diferencial ouro comestível, segundo Leandro Dias, CEO da Dias de Ouro empresa detentora da Marca Middas “o concurso vem trazer visibilidade e trazer reconhecimento para o excelente trabalho dos produtores de cachaça de alambique”.


imagem: instagram.com

Quer enriquecer o seus repertorio sobre embalagens de cachaças? O site Mapa da Cachaça mantem uma sessão legal com rótulos cadastrados, confiram aqui e se delicie com rótulos de todo o país. http://www.mapadacachaca.com.br/rotulodecachaca/.

Por Peter Vetelli

Fontes:


Cachaça & Negócios

Apreciar uma boa cachaça vai além de um simples costume, é uma arte, uma arte desenvolvida pelos nossos ancestrais com técnicas simples que passado de geração foi se desenvolvendo e preservando aquilo que há de melhor nesta bebida que ganhou o mundo, a arte.
Mas do que um simples processo de colheita, moagem, fermentação, destilação e envelhecimento, a fabricação de uma boa cachaça é muito mais complexa e exigem cuidados em todas essas etapas, cuidados esses que para quem é apreciador faz toda a diferença e torna magico o momento impar de apreciar a cachaça.
Para acompanhar a movimentação das empresas deste ramo, das cachaças de alambique e das cachaças industriais, sanar duvidas, trazer novidades, mostrar novas tecnologias, acompanhar de perto tendências e movimentações o blog, Cachaça e Negócios é feio para você, entusiasta da cachaça, empresários, investidores, para tratar de assuntos que estão em pauta, sempre com uma linguagem de fácil entendimento trazendo uma visão detalhada e imparcial.


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